17/10/2026 –, Paralela 1
Descubra os padrões de design, desafios de engenharia e as melhores práticas para projetar e implementar uma plataforma de agentes corporativa usando o ecossistema Python.
Criar um agente isolado em um Jupyter Notebook é fácil, mas colocá-lo em produção de forma confiável é um desafio de engenharia de software. Quando múltiplos agentes precisam colaborar, integrar dentro do seu produto interagindo com bases de dados e APIs a complexidade aumenta exponencialmente.
Nesta apresentação, discutiremos os bastidores da construção de uma plataforma de agentes utilizando Python. Vamos analisar padrões de arquitetura para comunicação entre agentes com o produto, gerenciamento de prompts, resiliência a falhas, além de estratégias cruciais de observabilidade (tracing) e controle de custos de tokens.
Programação Python (2+ anos de experiência):
Orientação a objetos: classes, herança e interfaces/protocolos
Programação assíncrona: async/await, asyncio e chamadas concorrentes
Tipagem estática: type hints e uso de Pydantic para validação de dados
APIs e Integrações:
Consumo de APIs REST (experiência com requests ou httpx)
Noção básica de como funciona uma chamada a um LLM (prompt, resposta, tokens) — OpenAI, Anthropic ou equivalente
Arquitetura de Software:
Separação de responsabilidades e conceito de camadas (ex: MVC ou Clean Architecture no nível conceitual)
Familiaridade com o padrão repositório ou injeção de dependência é desejável, mas não obrigatória
Não é necessário:
Experiência prévia com frameworks de agentes (LangGraph, CrewAI, AutoGen)
Conhecimento de Machine Learning ou treinamento de modelos
Ao final da palestra, os participantes serão capazes de:
Arquitetura:
Desenhar a estrutura de uma plataforma de agentes de IA escalável, separando claramente o plano de execução (engine) do plano de controle (manager)
Compreender os padrões de orquestração multi-agente — sequencial, paralelo e em loop — e quando aplicar cada um
Engenharia:
Entender o ciclo de vida completo de uma tarefa agentizada: do disparo ao resultado persistido, passando por callbacks e tratamento de falhas
Projetar agentes configuráveis em runtime, sem necessidade de redeploy a cada mudança de prompt ou comportamento
Segurança e Resiliência:
Identificar os principais vetores de risco em sistemas agentizados (prompt injection, loops infinitos, alucinações com ferramentas) e aplicar guardrails para mitigá-los
Visão Crítica:
Avaliar frameworks de mercado como LangGraph, CrewAI e AutoGen com critérios técnicos sólidos, entendendo o que cada abstração esconde — e quando vale a pena construir do zero
Mindset:
Fazer a transição conceitual de “usuário de API de LLM” para “engenheiro de sistemas cognitivos”, encarando agentes como software de produção que exige observabilidade, testes e governança
Escolha uma ou mais áreas em que essa proposta se encaixa: Ciência e Análise de Dados, Machine Learning e Inteligência Artificial, Arquitetura de software, DevOps e Automação de InfraestruturaData Engineer MLOps na Conta Azul com experiência em GCP, AWS e IoT. Airflow Champion apaixonado por sistemas cognitivos — de pipelines de dados a plataformas de agentes com LLMs.
Senior ML Engineer na Conta Azul. Atua no ciclo de ponta a ponta de soluções de IA, IA Generativa e MLOps, focado em arquiteturas eficientes e no desenvolvimento de agentes inteligentes.